NA FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ,
A liturgia da Santa Missa foi animada pelo Coral dos Arautos do Evangelho, que a cerca de 14 anos participam das missas dos segundos domingos de cada mês, às 12 horas, aos sacrais sons do Canto Gregoriano intercalados com amplo repertório de músicas sacras em vernáculo.
Na sagrada Comunhão é o próprio Cristo
Antes da bênção final a Imagem do Imaculado Coração de Maria foi coroada e elevada para que todos ali presentes pudessem manifestar sua alegria, admiração e devoção para com sua Mãe Santíssima.
Após a Santa Missa, fieis expressando grande contentamento, procuram o padre para pedir-lhe uma bênção, um bom conselho ou uma palavrinha de fortaleza para continuarem carregando suas cruzes com ufania.
A piedade católica, movida pelo Espírito Santo, modelou ao longo dos séculos, variadas formas de devoção àquilo que representa, de maneira tocante, a Redenção do gênero humano: a Santa Cruz de Jesus Cristo.
"Salve a cruz, nossa única esperança. Neste tempo de sofrimento
Bem, estamos rememorando esses fatos, para lhes dizer como foi cruel e dolorosa a morte de Jesus na Cruz. Entretanto, segundo os Evangelhos, Cristo ressuscitou e a cruz vazia passou a indicar para o cristão uma fonte de salvação e de ressurreição.
Diz a história que, no dia 27 de outubro do ano 312 depois de Cristo, dois exércitos se defrontam às portas de Roma. O primeiro sai dos Muros Aurelianos para posicionar-se ao longo das margens do Tibre, junto à Ponte Milvio, comandado por Marcos Aurélio Valério Massêncio. O segundo, que desceu de Trier (na Alemanha) rumo a Roma, se coloca ao longo da via Flaminia, guiado por Flávio Valério Constantino. Os dois contendores lutam pelo título de Augusto do Ocidente, um dos quatro cargos supremos, na Tetrarquia, o novo sistema de governo do Império, ideado por Diocleciano.
O sol começa a se por quando as tropas de Constantino vêem repentinamente surgir no céu um grande sinal luminoso, com uma frase chamejante: "In hoc signo vinces" "Com este sinal vencerás".
Eusébio de Cesareia, o primeiro grande historiador da Igreja recorda o acontecimento com estas palavras: "Um sinal extraordinário aparece no céu. (...) Quando o sol começava a declinar, Constantino vê com os próprios olhos, no céu, mais acima do sol, o troféu de uma cruz de luz sobre a qual estavam traçadas as palavras IN HOC SIGNO VINCES. Foi tomado por um grande estupor e, com ele, todo seu exército".
Com efeito, Constantino venceu e deu total liberdade aos cristãos, até
A cruz para o cristão, portanto não é símbolo de morte, mas de vida. Ela é nossa única esperança. A cruz está sempre presente na vida da Igreja, quer na celebração da Eucaristia, que no Batismo e demais sacramentos. O sinal da cruz é o indicativo de que a pessoa é cristã e nós o usamos sempre no início da Missa, com esse sinal nós somos abençoados e abençoamos em nome do PAI, do FILHO e do ESPÍRITO SANTO. Portanto, exaltar a cruz é exaltar a morte de Cristo e proclamar que Ele está vivo e por seu sacrifício na Cruz nos obteve a salvação. Bendita e louvada seja a cruz bendita do Senhor, símbolo de vida e de ressurreição.
1. No quadro pintado por Velásquez, deparamo-nos com Nosso Senhor cravado em uma cruz li
Mas, será que na cruz aquele que proclamou: "Eu venci o mundo!" (Jo 16, 33) está um irrevogável derrotado?
2. Analisemos, em seguida, uma cruz processional levada nas Eucaristias mais solenes da igreja Nossa Senhora do Rosário, dos Arautos do Evangelho, e fei
Tudo isto que Ele concedeu como herança para a humanidade, como fruto de seu Preciosíssimo Sangue, valem imensamente mais do que qualquer pedra preciosa. Mas, as que figuram em Jesus, representando suas chagas, não simbolizarão esta maravilha, que Ele aceitou por nós e para nossa Salvação?
1) + D. Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo de Juiz de Fora (MG)
2) Diácono Alessandro Schurig
3) Via Sacra. Legionário Nº 558, 18/4/1943.