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24 de set. de 2016

Os Frutos do Espírito Santo

O Espírito Santo é a terceira Pessoa da Santíssima Trindade e Ele é o "Senhor que dá a vida e que procede do Pai e do Filho e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado. Foi Ele que falou pelos profetas." O Espírito Santo é o dador de todos os dons e carismas extraordinários; todos os frutos espirituais provêm d'Ele.
O Espírito Santo vem às nossas almas no dia do nosso Baptismo, derramando sobre nós as três virtudes teologais: a Fé, a Esperança e a Caridade. E vem de um modo mais solene no dia em que recebemos o Sacramento do Crisma ou Confirmação, onde recebemos a efusão do Espírito que derrama sobre nós os sete dons: A Sabedoria ou Sapiência, o Entendimento, o Conselho, a Fortaleza, a Ciência, a Piedade e o Temor de Deus.
O Espírito Santo, para além de derramar as sete grandes colunas cristãs, confere ao cristão doze frutos que são: a Caridade, o Gozo, a Paz, a Paciência, a Benignidade, a Bondade, a Longanimidade, a Mansidão, a Fé, a Modéstia, a Continência e a Castidade.
Importa definir em breves palavras, não só os dons mas, fundamentalmente os frutos do Espírito Santo.
- A Caridade é um fruto do Espírito Santo. A caridade é amor e é o maior dos dons, porque ela não desaparece, existe para além da morte. O céu vive no amor: "A fé e a esperança hão-de desaparecer, mas o amor jamais desaparecerá" (1 Cor. 13,8).
- O Gozo ou alegria é caracterizado por aquelas emoções interiores, aquela alegria interior e satisfação espiritual profunda que o Espírito Santo derrama no coração e na alma. A pessoa sente um gozo inexplicável. Não há palavras humanas que possam descrever o gozo que provém do Espírito Santo.
- A Paz de que falamos não tem nada a ver com os motivos ou sensações externas mas é uma paz e suavidade interior, tal como Jesus disse aos Seus apóstolos: "Deixo-vos a paz, dou-vos a Minha paz, não como o mundo a dá mas como Eu a dou" (Jo 14, 27). Jesus é a paz e a suavidade da alma.
- A Paciência suporta as adversidades, as doenças, as contrariedades e perseguições. A paciência é o fruto essencial para que o cristão persevere na sua fé. O cristão paciente dificilmente é demovido da sua fé porque ele suporta tudo com paciência. A alma paciente é mansa e humilde, não se revolta contra o seu Deus mas tudo suporta e aceita.
- A Benignidade é a bondade que vai para além da bondade, isto é, muitas vezes fazemos um bem mas só até certa medida. Porém, a benignidade é a execução desse bem que vai para além do que deveria ser feito.
- A bondade é fazer o bem, desinteressadamente, às pessoas. A pessoa que o faz tem um bom coração, amando verdadeiramente. A resposta de alguém que ama a sério é: "Eu amo porque amo."
- A Longanimidade é a paciência para além da paciência, é quando alguém continua a ser paciente depois de, tantas e tantas vezes, ter sido posto à prova.
- O homem Manso dificilmente se revolta. A mansidão está sempre associada à humildade e à paciência. Jesus diz, quando se refere a Si mesmo: "Vinde a Mim que Sou manso e humilde de coração que Eu vos aliviarei. Vinde a Mim que o meu jugo é suave e a minha carga é leve. Vinde a Mim todos vós que estais sobrecarregados porque Eu vos aliviarei" (Mt 11, 28-30). Este é um grande convite do Sagrado Coração de Jesus a todos nós. A mansidão é contra a ira e contra o ódio. Assim, devemos procurar ser mansos, imitando o Divino Mestre.
- A , para além de ser o fruto do Espírito Santo é uma das virtudes teologais. A fé é um dom muito importante, sem ela desesperamos e desanimamos ao longo da nossa caminhada, feita de altos e baixos, com muitas dificuldades. Sem a fé, o cristão chega a certa altura, depois de muitas dificuldades desiste e começa a levantar interrogações e deixa de praticar o bem, deixa de ir à Missa e diz: "Afinal, os que não vão à Missa, têm uma vida melhor do que a minha. Então, que me adianta ir à Missa e rezar?". A fé leva o cristão a manter-se firme na sua caminhada mas esta fé tem que ser conservada e protegida. Uma das maneiras é a oração que aumenta e protege a fé. A oração mantém-nos no caminho da fé e no caminho da salvação, por isso é indispensável.
- A Modéstia relaciona-se com o ser discreto. A modéstia é contra a ostentação e a exibição. A modéstia é o pudor que deve acompanhar todo o cristão pois nele habita Deus. Como tal, devemos respeitar o nosso próprio corpo, não o expondo como um mostruário. Alertai aquelas pessoas que se vestem com mini-saias, decotes exagerados, blusas transparentes, calças exageradamente apertadas, apresentando os contornos do corpo. Podemos usar roupas bonitas e arranjadas com o devido pudor e respeito pelo corpo.
- A Continência é um fruto do Espírito Santo. O homem continente sabe equilibrar-se, dominando a sua sexualidade. Sabe guardar-se e proteger-se. A continência é uma grande virtude. Se os homens e as mulheres de hoje possuíssem esta grande virtude, não haveria em muitos lares tanta tristeza, tanto aborrecimento porque todos saberiam manter a castidade e a pureza. A continência é o domínio de si mesmo em relação aos instintos sexuais.
- A Castidade é um fruto que leva o homem ou a mulher a manter a pureza do corpo e, consequentemente, a pureza da alma, não se deixando manchar, caindo em pecados contra o 6º e 9º Mandamentos. O sexto mandamento diz: "Guardai castidade nas palavras e nas obras"; e o nono mandamento diz: "Guardai castidade nos pensamentos e nos desejos."
S. Paulo, referindo-se aos esposos, fala da Fidelidade dizendo que aquele que é fiel à sua mulher, conserva a castidade e vice-versa. Por isso, S. Paulo quando se refere à fidelidade quer expressar a castidade também no casamento.
Estes doze frutos do Espírito Santo devem suscitar no cristão o desejo e o esforço de os conquistar. Para isso, deverá pedi-los e suplicá-los ao Espírito Santo porque a quem Lhe pede, Ele os dará. Se não os pedirdes, Ele ficará à espera. Contudo, com as preocupações, o corre-corre e a luta pela vida, muitas vezes esquecemo-nos de valores tão sublimes e elevados.
S. Paulo, ao falar dos frutos do Espírito Santo, lembrou os conceitos opostos a estes frutos que são as paixões, referindo-as como obras da carne: bebedeiras, orgias, ira, contendas, partidarismo, ciúme, ódio, inveja, adultério, fornicação. "Os que praticarem tais coisas, não herdarão o Reino de Deus" (Gl 5, 19-21). E, acrescentando,
S. Paulo diz-nos: "Devemos viver segundo o Espírito e não segundo a carne" (Gal. 5,16) e acrescenta: "Quem vive da carne colherá a morte, mas quem vive segundo o Espírito colherá a Vida Eterna" (Gl 6, 8).
Devemos rezar com mais assiduidade ao Espírito Santo, confiando na Sua acção e santificação na Igreja e nas almas. Sem a ajuda e o impulso do Divino Espírito Santo, nada se pode fazer ou cumprir para agradar a Deus ou à Santíssima Trindade, para seguir o verdadeiro caminho.
Os cristãos devem cultivar um amor ardente e mais confiante no Espírito Santo. A devoção ao Espírito Santo é uma devoção necessária para o cristão, uma vez que o Sagrado Coração de Jesus é inseparável do Espírito Santo, ou seja, ser devoto do Sagrado Coração de Jesus implica ser devoto do Espírito Santo que deve ser assiduamente invocado, rezado, convidado e procurado, pois só Ele nos impulsiona à prática do bem.
O Espírito Santo é a alma e o motor da Igreja, é Ele que vem conduzindo a Igreja ao longo do tempo e irá conduzi-la até ao fim dos tempos.
O Espírito Santo é o dom de Deus para a alma do cristão, é o amor e a suavidade do Pai e do Filho, Ele é o espírito da fortaleza. Foi Ele que deu aos mártires a força de morrerem, corajosa e alegremente, pela causa de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela causa do Evangelho. O Espírito Santo dá a coragem e a energia para que o cristão possa prosseguir no caminho da fé e da salvação.

2 de set. de 2016

Receita de pizza da casa

A pizza dos Arautos

Seus criadores foram mesmo os italianos. Mas existem várias hipóteses para explicar a chegada do ancestral da pizza à Itália. A principal delas conta que, três séculos antes de Cristo, os fenícios costumavam acrescentar ao pão coberturas de carne e cebola. Só que o pão deles era parecido com o pão sírio, redondo e chato como um disco. A mistura também foi adotada pelos turcos, que preferiam cobertura à base de carne de carneiro e iogurte fresco. Paulo Eduardo Roque Cardoso

28 de ago. de 2016

O Colorido vivo das cores

Saíras, e Sanhaços: Cores, harmonia e inocência oferecidas por Deusa nós na natureza.
Em todo o mundo natural, o que mais nos atrai seja o reino animal. E no vastíssimo leque de espécies existentes, podemos pensar na agilidade, elegância e beleza das aves.
2016-07-10-LS_89767Talvez sejam as aves a classe mais rica em colorido do reino animal. A variedade de tonalidades é enorme, deixando atônito um observador pouco versado em ornitologia. É o que podemos apreciar nas simpáticas saíras, que exercem um atrativo especial justamente pelas cores de sua plumagem. Apresentam uns azuis, uns vermelhos, uns verdes ou dourados que mais parecem pedras preciosas aladas, sublimando com a vida o reino mineral. Tanto que têm servido de modelos para incontáveis escultores que modelam em pedras semipreciosas, e até mesmo preciosas, lindas figuras destes pássaros.
2016-05-14-LS_87084Verdadeiras joias vivas, estes passarinhos, saídos das mãos do Divino Artífice, são maravilhas postas por Ele na natureza para que, em harmonia com a diversidade de outras cores presentes no mundo vegetal e mineral, possam deleitar o homem e fazê-lo ter saudades do Paraíso, com um desejo ainda maior de conhecer as grandiosas belezas celestiais.
Saibamos admirar os encantos deste mundo com os olhos postos na eternidade, pois, como diz poeticamente Santo Agostinho, “se são belas as coisas que fez, quão mais belo é Aquele que as fez”.
O que Deus tem reservado para os que se salvam é ainda mais belo:“os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam”.(I Cor 2, 9)






13 de jul. de 2016

O cálice da Primeira Missa

Se você leitor, tivesse podido participar da última Ceia, já imaginou com que cuidado procuraria guardar na memória tudo quanto ali ocorrreu? 
José Antonio Dominguez
Cada gesto de Nosso Senhor, cada palavra d'Ele seria como um valioso tesouro de recordações para o resto de sua vida.
Mas a realidade foi outra. Apenas os Apóstolos estavam à mesa com Jesus, quando Ele celebrou a Primeira Missa. Somente eles?

Para Deus não há tempo, tudo é presente. E por isso, Nosso Senhor Jesus Cristo, ao celebrar a Última Ceia, não tinha diante de Si apenas os Doze Apóstolos. Como Deus, Ele considerava também todos os membros da Igreja que ao longoPaulo Bento Roque.jpg dos séculos participariam do banquete eucarístico e se alimentariam de seu Corpo e Sangue. Na Santa Ceia, Ele nos tinha em vista, a todos nós, a você, leitor, e rezava ao Pai Celestial pela salvação de cada um. E, nesse sentido, nós também estivemos lá.
Por esse motivo, quando participamos da Celebração Eucarística e ouvimos o sacerdote pronunciar as palavras da Consagração, podemos fazer-nos presentes na Última Ceia, à mesa com Jesus, ouvindo seus divinos ensinamentos, recebendo de suas adoráveis mãos o Pão Eucarístico, bebendo seu Preciosíssimo Sangue ou encostando a cabeça no peito do Senhor e ouvindo o pulsar de seu Divino Coração.
Isso torna-se mais facilmente sensível quando estamos diante de uma das mais preciosas relíquias de Nosso Senhor Jesus Cristo: o Cálice que Ele usou na Última Ceia para consagrar o vinho. Poucos Papas tiveram o privilégio de celebrar com ele a Santa Missa. Levado para Roma por São Pedro, foi utilizado pelos Papas dos primeiros tempos, na Celebração Eucarística.
Segundo os historiadores, no Cânon Romano mais antigo encontrasse uma referência à existência desse Santo Cálice, pois no rito da consagração do vinho se dizia: "do mesmo modo, terminada a ceia, tomou este cálice glorioso em suas santas e veneráveis mãos...". Muitos opinam que "este cálice glorioso" é uma menção a um cálice concreto, ou seja, àquele que o Senhor usou na Última Ceia. Durante a perseguição do imperador Valeriano, São Lourenço o enviou para a Espanha, em meados do século III, a fim de evitar que ele caísse em poder dos pagãos. Hoje em dia, esta relíquia é venerada na Catedral de Valência. Paulo Eduardo Roque Cardoso
Quando participamos da Celebração Eucarística, embora o celebrante não tenha em suas mãos uma relíquia tão preciosa, e nossos olhos apenas vejam o altar e o sacerdote, a Fé nos ensina ser Jesus que, pelos lábios do ministro sagrado, pronuncia as palavras da Consagração, como na Última Ceia. No Sacrifício Eucarístico o passado se faz presente, e também nós estamos diante de Jesus no Cenáculo, como na Primeira Missa. (Revista Arautos do Evangelho, Agosto/2006, n. 56, p. 50)
Fonte: http://www.arautos.org/artigo/105/o-calice-da-primeira-missa-html

4 de jul. de 2016

Curso de Férias!

          Se fizéssemos uma pesquisa a respeito das palavras mais faladas na atualidade, com certeza uma delas seria: corre-corre! E errariam os que, porventura, afirmassem que tal vocábulo sai apenas dos lábios de pessoas adultas.
          E é bem isso! Os jovens também vivem numa rotina de estudos, necessitando, assim, de um merecido repouso: as férias! Tal verdade nos ensina o próprio Deus, nas palavras do Gênesis, quiçá em um dos hinos da Liturgia das Horas: “Depois de criar o universo, decidistes entrar em repouso, ensinando aos que cansam na luta, que o descanso é também dom precioso”. (1)
 Paulo Eduardo Roque Cardoso
Encenação teatral sobre os coros angélicos, durante o Curso de Férias, promovido pelos Arautos do Evangelho
     Entretanto, repouso, descanso ou férias nunca foram sinônimos de ócio! Como poderíamos imaginar o Divino Criador, num estado de inércia, após ter concluído suas maravilhas? Muito pelo contrário, “Deus contemplou toda a Sua obra, e viu que tudo era muito bom” (Ge 1, 31). Finalizada, então, a criação, passou Ele a admirá-la e encantar-Se com o universo insondavelmente perfeito, harmônico e hierárquico que saíra de suas mãos.
      É verdade. As férias nos proporcionam um tempo valioso que não deve ser desperdiçado. E como podemos deduzir do Eclesiastes (2), há tempo para tudo, mas não para “perder tempo”. Por isso, é de bom alvitre que este período de pausa das atividades escolares seja aproveitado para enriquecer nossa formação religiosa, acadêmica e cultural. Esses são os objetivos dos Arautos do Evangelho ao promoverem o conhecido “Curso de Férias”.
Encenação teatral "A coroação de Luís XIV, rei da frança"
         Realizado no Seminário Maior desta entidade, em Caieiras (SP), este encontro está se desenvolvendo ao longo desta semana (de 18 a 23 de julho), com temas de doutrina católica, ilustrados com peças teatrais. Com a participação de centenas de jovens do Brasil e do mundo, as exposições visam aprimorar a formação dos presentes nos aspectos acima mencionados. Paulo Eduardo Roque Cardoso
         Tal qual o exemplo do Altíssimo e Onipotente Senhor, querem esses jovens, pela via da admiração, conhecer e contemplar as maravilhas da Fé, da Doutrina Católica, da história dos Santos e dos princípios eternos que devem reger toda a nossa existência.
Paulo Eduardo Roque Cardoso
Basílica Nossa Senhora de Fátima - Centro Juvenil dos Arautos do Evangelho em Cotia - SP
        Peçamos à Santíssima Virgem, em união com seu Divino Filho, que os cumulem das mais abundantes graças e bênçãos, para participarem com ânimo e entusiasmo desses benditos dias.
         Para maiores informações a respeito das atividades do Curso de Férias, acompanhe as postagens no link: https://thabor.arautos.org

6 de jun. de 2016

CURSO DE FORMAÇÃO SOBRE A HISTÓRIA DA IGREJA.

VENHA PARTICIPAR!

A comunidade dos Arautos do Evangelho em Fortaleza recebe a visita do Revmo. Pe. Caio Newton, EP, entre os dias 02 e 11 de junho. 

Nesses dias, o Pe. Caio Newton está fazendo palestras sobre a História da Igreja. Além dos encontros, haverá atendimento de confissões e oração de cura e libertação.

Os horários de atendimento de confissões e oração de cura e libertação serão das 10h00 às 12h00, e das 15h30 às 18h30, de segunda a sexta-feira. Já ao sábado e domingo, as confissões serão somente pela manhã. 

Confira a seguir os horários das santas missas e palestras:  

Dia 06/06 - Segunda-feira

19h00 - Santa Missa
20h00 - Palestra sobre a História da Igreja (Pe. Caio Newton)

Dia 07/06 - Terça-feira

19h00 - Santa Missa
20h00 - Palestra sobre a História da Igreja (Pe. Caio Newton)

Dia 08/06 - Quarta-feira

19h00 - Santa Missa
20h00 - Palestra sobre a História da Igreja (Pe. Caio Newton)

Dia 09/06 - Quinta-feira

19h00 - Santa Missa
20h00 - Palestra sobre a História da Igreja (Pe. Caio Newton)

Dia 10/06 - Sexta-feira

19h00 - Santa Missa
20h00 - Palestra sobre a História da Igreja (Pe. Caio Newton)

Dia 11/06 - Sábado

14h30 - Santa Missa dos Jovens
15h30 - Palestra sobre a História da Igreja (Pe. Caio Newton)
20h00 - Finalização da palestra sobre a História da Igreja (Pe. Caio Newton)

O Revmo. Pe. Caio Newton, EP, é pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças. Saiba mais em: http://www.arautos.org/view/showEspecial/9940-paroquia-nossa-senhora-das-gracas


ATENÇÃO: A partir de junho, a missa aos domingos será às 17h00.

2 de jun. de 2016

PROJETO FUTURO E VIDA

PROJETO FUTURO E VIDA
O Projeto Futuro & Vida é uma iniciativa cultural e educativa de cunho preventivo e moralizante, direcionada ao público juvenil. Proporciona aos alunos das redes de ensino, de forma totalmente gratuita, o acesso às artes cênicas e à música erudita.
Visa despertar no jovem o senso crítico dos acontecimentos, a fim de ajudá-lo a crescer na capacidade de escolha, aumentar a autoconfiança e criatividade.


O Projeto Futuro e Vida organiza periodicamente passeios e excursões, motivando os jovens a desenvolverem o respeito pela natureza, bem como o gosto pela arte e cultura, através de um ensino vivo e rico em ética, história e cidadania.


O Projeto Futuro e Vida procura criar situações que reforcem os laços familiares, estimulando os pais a estarem presentes, com seus filhos, nas diversas atividades realizadas em nosso Centro Juvenil.


“É preciso ocupar o jovem com atividades elevadas da arte e cultura, do pensamento e das ideias sadias, pois onde há desocupação aí está o perigo. Queremos a salvação da juventude.”
Mons. João S. Clá Dias, fundador.

Localização:
Av. Cel. Francisco Flávio Carneiro, 190, Luciano Cavalcante
Fone: (85) 3272-2413 - Cel: (85) 989-249-252

Atividades:
Atividades esportivas

Viagem de Férias

Paulo Eduardo Roque Cardoso
 Arte Cênica

Coral Arautos de Meninos Cantores

ALGUNS COLÉGIOS EM FORTALEZA - CE EM QUE FOI REALIZADO O PROJETO FUTURO E VIDA:

Colégio Globomax


Colégio Pia Marta - Montese




Colégio Ir. Maria Montenegro

Colégio Cônego - Messejana



Colégio Medalha Milagrosa

Colégio Seráfico

ATIVIDADES DO PROJETO FUTURO E VIDA DE FORTALEZA - CE

JOGOS






ACAMPAMENTOS



JOGOS DE INTELIGÊNCIA (MARECHAL)



PALESTRAS




 SANTA MISSA


BÊNÇÃO E IMPOSIÇÃO DO ESCAPULÁRIO

COMEMORAÇÃO DO DIA DAS MÃES 




GRUPOS 










NATAL DE LUZ - ABERTURA DO EVENTO



NATAL DE LUZ - ENCENAÇÃO TEATRAL DE NATAL NO ENCERRAMENTO DO EVENTO

VIAGEM E CURSO DE FÉRIAS

Aquário de São Paulo







PRIMEIRA EUCARISTIA










Por: Paulo Eduardo Roque Cardoso