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21 de dez. de 2019

Cantata de Natal na Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente

Anunciando a chegada de Deus
A pedido do Dr. Adolfo Viana, secretário executivo da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, e da Dra. Kelvia Martins, chefe de gabinete; o coro e banda dos Arautos do Evangelho abrilhantaram a confraternização de Natal dos funcionários da SEUMA.



Tal órgão da Prefeitura de Fortaleza tem como missão planejar e controlar o ambiente natural e o ambiente construído da Capital e torná-la um lugar bom para viver. Assim, nada mais oportuno, do que levar a estes que labutam pela ordem temporal, uma mensagem espiritual de perseverança e harmonia, pois, não se pode dissociar a Fé no sobrenatural da vida quotidiana, conforme Santo Ambrósio ensina: “embora a recompensa se dê no céu, é aqui no entanto que se estabelece”[1]

A apresentação transcorreu num clima de muita alegria e, a banda juvenil dos Arautos pôde percorrer as várias repartições da instituição, propiciando a todos uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do natal, bem como, servindo de instrumento para propagar a Fé e a Paz. 

Aproveitamos para manifestar aqui a amizade pela Secretária Titular da SEUMA, Dra. Águeda Muniz, por também ter proporcionado esse momento. 


[1] Cf. Ambrósio de Milão. Patrística, vol. 5.











21 de mai. de 2016

Primeiras imagens de Nossa Senhora de Fátima, entalhadas no mundo

JORNAL JOÃO SEMANA - 15/05/2016

TEXTO: Manuel Pires Bastos


O Imaculado Coração de Maria
Quando, em 1942, se tornou conhecida a revelação do Imaculado Coração de Maria e a devoção dos primeiros sábados pedidas por Nossa Senhora a Lúcia em Pontevedra (13/06/1925 e 15/02/1926) e em Tuy (13/06/1929), as Religiosas do Sagrado Coração de Maria (R.S.C. de Maria) quiseram editar uma estampa correspondente à aparição. Recorrendo às Irmãs Doroteias, e conseguindo de Lúcia informações importantes, fizeram uma montagem fotográfica a partir das aparições e um esboço definitivo, por ela corrigido e que foi aprovado em dezembro de 1943 pelo Cardeal Patriarca e pelo Bispo de Leiria. Deste trabalho resultaria também a Imagem Peregrina, benzida em 13 de maio de 1947.
Tendo Madre Chantal, Superiora das R.S.C.M., chamado a Lisboa, em abril de 1944, o escultor José Ferreira Thedim, com o objetivo de colocar em cada um dos seus colégios uma estátua do Coração de Maria[1], tudo parecia indicar que seria finalmente cumprido o desejo das Irmãs, felizes por verem ligados à mensagem de Fátima o nome e a ação do seu Instituto[2].
Não podendo José Thedim aceitar a encomenda da escultura pretendida, obrigaram-se as Irmãs do S.C.R. de Maria a procurar outro artista, que lhes forneceu uma imagem diferente, que passou a presidir ao seu Colégio de Lisboa. Paulo Eduardo Roque Cardoso

Fig. 1 - Desenho do Coração Imaculado de Maria, com correções (do manto, das mãos, do coração), feitas a lápis, da Irmã Lúcia (1943), respeitadas por José Ferreira Thedim na 1.ª versão (ao lado)
Fig. 2 - A 1.ª imagem do Coração Imaculado de Maria esculturada entre 1945/46 por José Thedim, que seguiu rigorosamente as indicações da Irmã Lúcia, e que se encontra na Igreja Matriz de Ovar 

“Perdida” e encontrada
Antunes Borges, antigo Reitor do Santuário de Fátima, num estudo sobre este tema, afirma: “Longa foi a expectativa, não chegando sequer a aparecer aquela primeira imagem que devia servir de modelo para todas as outras”.
Mas essa imagem, afinal, não desapareceu. Foi integralmente executada, exibindo todos os pormenores sugeridos pela Irmã Lúcia e aprovados em dezembro de 1943. Nós a identificámos em 2004, na Igreja Matriz de Ovar, com a data “1946” e o nome “Casa França”, do Porto, onde foi adquirida, em 1946, por uma família ilustre e devota de Ovar, como contributo para as comemorações do Tricentenário da Padroeira nesta vila.
 Por despacho de 8/6/1946, o Bispo do Porto, D. Agostinho de Jesus e Sousa, permitiu que “a imagem do Coração de Maria da Igreja Paroquial de Ovar fosse substituída por uma outra maior e melhor, que concentre as duas devoções na mesma imagem: Senhora de Fátima e Imaculado Coração de Maria – segundo revelação de Fátima”.

A primeira em Portugal
Em 1949 José Ferreira Thedim apresentou
uma 2.ª versão da imagem do Imaculado
Coração de Maria
O Padre Ribeiro de Araújo esclarece que essa imagem, “executada segundo indicações da vidente de Fátima, Lúcia”, foi conduzida em procissão da Capela de Santo António para a Igreja e altar do Coração de Maria, e que “ao passar diante dos Paços do Concelho procedeu-se à coroação da imagem, no meio de vibrantes cantos religiosos entoados por uma multidão de fiéis”[3].
O “João Semana” de 25/07/1946 esclarece, referindo-se à imagem, ser ela “a primeira que em Portugal de esculturou segundo as indicações da vidente de Fátima”.
Tudo permaneceu obscuro, a ponto de nem o Reitor do Santuário, Antunes Borges, vinte anos depois lhe descobrir o rasto.

Qual o verdadeiro autor?
Por nós, chegámos a aventar a hipótese de que Thedim a tenha iniciado e, depois, porque ocupado com outras tarefas, a tenha cedido à Casa França. Mera hipótese. Até porque Albano França, um artista consagrado que a assinou (embora com o nome da firma), e tendo produzido outra imagem semelhante, pouco posterior (Igreja da Sr.ª da Conceição, Porto), poderá tê-la criado, servindo-se dos esboços de que Thedim também se serviu para outros trabalhos.
Entendemos agora, após alguma pesquisa e ponderação sobre datas e compromissos de José Thedim, que após a sua ida a Lisboa, o mestre se terá descomprometido com as R.S.C. de Maria em razão dos seus contactos profissionais com os responsáveis de Fátima, já envolvidos nos preparativos para a celebração, em 1946, do Tricentenário da Padroeira de Portugal e na criação de novas imagens da Senhora de Fátima, mais lineares nas suas vestes, de acordo com a vontade da Irmã Lúcia e como já é patente no esboço aprovado pelo Cardeal Patriarca e pelo Bispo de Leiria, imagens essas que pudessem substituir a da Capelinha em previsíveis saídas devocionais, tal como acontecera na memorável visita à capital portuguesa de 9 a 12 de abril de 1942.

Imagem do Imaculado Coração de Maria
da Igreja Matriz de Ovar
Uma imagem para Lúcia
Liberto dos trabalhos que o ocuparam e querendo prendar a Irmã Lúcia na sua entrada para o Carmelo, pois sabia da vontade da vidente de ser criada uma imagem que “representasse a posição tomada por Nossa Senhora quando revelou aos Pastorinhos o seu Coração Imaculado” –, até teria preferido que fosse essa a imagem a peregrinar pela Europa em 1947[4] –, José Ferreira Thedim esculpiu, em 1948, uma imagem do Imaculado Coração de Maria, e, por esta não ter agradado totalmente à Irmã, entregou-lhe uma segunda, esta do seu total agrado, em 25/03/1949 (três anos depois da de Ovar)[5].
A propósito desta imagem, escreveu Lúcia a uma amiga (D. Maria Teresa Pereira da Cunha), em 11 de agosto de 1949:
“A imagem do Coração Imaculado de Maria não consegui que se fizesse senão após a minha vinda para o Carmelo. Todas as dificuldades desapareceram como por encanto e apenas após o tempo para o Escultor a fazer”[6].

O resto da História
Vinda de Espanha, Lúcia regressou ao Porto em 16 de maio de 1946, desconhecendo que ali mesmo, na Casa França, da Rua da Fábrica, se ultimava a belíssima imagem que ela imaginou vir a ser o modelo de todas as outras, e que, dois meses depois, partiria para Ovar, onde foi acolhida com entusiasmo, enquanto, por desconhecimento dos factos, Lúcia e a grande maioria dos devotos de Fátima, a julgaram “desaparecida”.
Marco Daniel Duarte, na sua dissertação de doutoramento “Fátima e a criação artística (1917-2007): o Santuário e a Iconografia – a arte como cenário e como protagonista de uma específica mensagem”[7], seguindo a opinião então vigente, aponta ainda a imagem do Carmelo como a primeira (de uma segunda fase iconográfica) do Imaculado Coração de Maria, referindo, no entanto, a nossa investigação de 2005:
“Vejam-se, não obstante o que dizemos, as investigações de Manuel Pires Bastos publicadas no jornal ‘João Semana’, no qual se afirma, com argumentação muito plausível, que ‘a primeira imagem [do Imaculado Coração de Maria] está em Ovar”.  
Os pastorinhos de Fátima
Lúcia de Jesus Rosa dos Santos (de dez anos)
Francisco Marto (9 anos)
Jacinta Marto (7 anos)

A um ano das comemorações do Centenário das Aparições de Fátima (1917-2017), 
Ovar orgulha-se por possuir na sua Igreja Matriz, desde 22/07/1946, 
a primeira imagem do Imaculado Coração de Maria
revelado aos pastorinhos na Cova da Iria.

Notas:
[1] Irmã Maria do Carmo, “O Instituto do Sagrado Coração de Maria e o Imaculado Coração de Maria”.
[2] Id.
[3] José Ribeiro de Araújo, “Poalhas da história da freguesia e Igreja de Ovar”.
[4] Carmelo de Coimbra, “Um caminho sob o olhar de Maria”, pág. 318.
[5] A primeira seguiu para o Carmelo de Braga, onde se encontra.
[6] Carmelo de Coimbra, “Um caminho sob o olhar de Maria”, pág. 352.
[7] Marco Daniel Duarte, “Fátima e a criação artística (1917-2007): o Santuário e a Iconografia – a arte como cenário e como protagonista de uma específica mensagem”, Coimbra, 2013. 

Artigo publicado no jornal JOÃO SEMANA (15 de maio de 2016)

4 de mai. de 2016

Conheça o Projeto Futuro & Vida

O Projeto Futuro & Vida é uma iniciativa cultural e educativa de cunho preventivo e moralizante, direcionada ao público juvenil. Proporciona aos alunos das redes de ensino, de forma totalmente gratuita, o acesso às artes cênicas e à música erudita.
Visa despertar no jovem o senso crítico dos acontecimentos, a fim de ajudá-lo a crescer na capacidade de escolha, aumentar a autoconfiança e criatividade.
O Projeto Futuro e Vida organiza periodicamente passeios e excursões, motivando os jovens a desenvolverem o respeito pela natureza, bem como o gosto pela arte e cultura, através de um ensino vivo e rico em ética, história e cidadania.
O Projeto Futuro e Vida procura criar situações que reforcem os laços familiares, estimulando os pais a estarem presentes, com seus filhos, nas diversas atividades realizadas em nosso Centro Juvenil.
“É preciso ocupar o jovem com atividades elevadas da arte e cultura, do pensamento e das ideias sadias, pois onde há desocupação aí está o perigo. Queremos a salvação da juventude.”
Mons. João S. Clá Dias, fundador.
 
Av. Cel. Francisco Flávio Carneiro, 190, Luciano Cavalcante
Fone: (85) 3272-2413 - Cel: (85) 989-249-252
Atividades esportivas
 
Arte Cênica
 
Coral Arautos de Meninos Cantores

5 de abr. de 2016

SAUDADES DO PARAÍSO

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Deus é eterno e para Ele não existe o tempo. Ao admirar a obra dos seis dias — podemos imaginar—, o Divino Artífice considerou não apenas tudo o que acabara de criar, mas também as maravilhas a serem feitas pelos homens ao longo dos séculos. Quis Ele tornar Adão e seus descendentes partícipes da criação, dando-lhes inteligência e talento para, de alguma forma, completá-la por meio de sua arte e engenho.
Ir. Patricia Victoria Jorge Villegas, EP
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Tomemos, por exemplo, o chocolate. Quem, ao comer um ótimo bombom não sente bem-estar, alegria e ânimo? Depois de um dia de árduo trabalho, um pouco de chocolate amargo ajuda a recuperar da fadiga e do desgaste emocional, pelas comprovadas propriedades energéticas do cacau, além de fazer bem para a saúde por causa dos flavonoides e outras substâncias benéficas que ele contém. Paulo Eduardo Roque Cardoso
Produto do trabalho humano, o chocolate é feito da amêndoa do cacaueiro, torrada e fermentada. Esta árvore tropical, originária da bacia do rio Amazonas e da América Central, se cultiva hoje também por amplas zonas da África e da Ásia. Os habitantes daquelas regiões, na época pré-colombiana, usavam seu fruto para preparar uma bebida quente e amarga, de propriedades revitalizantes. Considerado alimento das divindades, o cacau era consumido pelas castas superiores daqueles povos.
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Cacaueiro
Levado para a Europa pelos colonizadores espanhóis, acabou sendo objeto de aprimoramento em seu preparo e apresentação, tornando-se o chocolate especialidade de países como a Suíça, França, Bélgica e Holanda.
Não poucos mosteiros, sobretudo os cistercienses, destacaram-se pela fabricação de chocolates artesanais, pois a Igreja é Mãe e sabe bem aproveitar as invenções dos homens — quando são boas! — para ajudar as almas.
No entanto, pode um alimento ter influência nas almas? Há no chocolate algo de especial para ele fazer parte da austera vida monástica, a ponto de haver em alguns conventos espaço para uma chocolataria, onde esta iguaria é produzida e degustada?
Sendo o homem composto de corpo e alma, é indispensável o físico auxiliar o espiritual. Assim como quando contemplamos um belo panorama marítimo nossos sentidos se deleitam com o movimento das ondas, a evolução dos peixes e gaivotas, o azul das águas, e depois nosso espírito se enche de considerações sobrenaturais a respeito do que contemplamos, de forma análoga, quando tomamos algum alimento ele causa certo efeito em nossa alma.
Por isso, ao entramos numa confeitaria e saborearmos uma trufa ou um éclair de chocolate, nosso espíritos e predispõe subconscientemente, pelo deleite do paladar, a amar a perfeição em todas as coisas, de acordo com as palavras do Divino Mestre: “Sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5, 48).
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Deste modo, além do bem-estar que um chocolate de qualidade produz em nosso organismo, ele pode nos ajudar a lembrar da vida eterna e, em consequência, trazer uma nostalgia do Paraíso perdido: se formos santos nesta Terra, quantas maravilhas muitíssimo superiores a um apurado éclair ou a requintados bombons de licor, gianduia ou praline poderemos degustar no Céu? Pois se são as obras humanas e terrenas tão aprazíveis, como serão as celestes?
Estamos aqui de passagem e devemos saber usar as mínimas oportunidades— como provar um chocolate…— para transcender ao mundo sobrenatural. Peçamos a Nossa Senhora que nos ajude a elevar nossos corações às grandezas que nos esperam no Céu onde, junto com os Anjos e os Bem-aventurados, gozaremos da felicidade eterna.
(Publicado originalmente na revista “Arautos do Evangelho”, nº 172, abril de 2016, p. 50.Para acessar a revista Arautos do Evangelho do corrente mês clique aqui )
Ilustrações: Arautos do Evangelho,  Gustavo Krajl

21 de fev. de 2016

Neta de Deus

Fruto do preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, emana dos tesouros da Cristandade um brilho sobrenatural que os distingue dos monumentos e obras de civilizações pagãs, pois, acima dos valores artísticos, nota-se neles uma bênção pela qual remetem a um plano superior, metafísico, e deste ao divino. Como dizia Dante, as obras de arte dos homens são “netas de Deus”. (1)
Letícia Gonçalves de Sousa
Destacam-se nessa categoria as catedrais medievais, erigidas no tempo em que, segundo a feliz expressão de Leão XIII, “a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos”. (2) No conjunto dessas magníficas construções, brilha com especial esplendor a de Reims, erigida no século XIII em substituição ao templo carolíngio destruído por um incêndio.

Concebida como um hino de glória ao Criador, ela é adornada por2.303 estátuas e enquadrada por duas torres que se elevam a 81 metros de altura, parecendo querer se destacar da Terra e alçar voo em direção ao Céu.

Até 1825, ano em que foi coroado Carlos X, aí se realizavam as cerimônias de sagração dos monarcas da Filha Primogênita da Igreja. Era crença popular que o rei tinha a faculdade de curar os doentes de escrofulose, mal comum naquele tempo. Por isso, à saída do solene ato litúrgico, aqueles infelizes se aproximavam do soberano recém-coroado e este se detinha diante de cada um, dizendo: “Le roi te touche,Dieu te guérit — O rei te toca, Deus te cura”. Bela fórmula que revela a consciência de ser o homem apenas um instrumento nas mãos do Rei dos reis e Senhor dos senhores.


Este estado de espírito despretensioso do Rei Cristianíssimo reflete-se também na própria simbologia da catedral que, pelo seu élan ascendente, convida todos a se reportarem continuamente ao Criador. As suas altivas torres recordam-nos que toda a nossa existência deve estar ordenada em função da eternidade. Sua singular beleza é obra demãos humanas, mas são as miríades de luzes sobrenaturais, dons de Deus, que a tornam uma verdadeira maravilha.

NO PÓRTICO, A RAINHA

No monumental pórtico de entrada está representada a mais grandiosa e a mais humilde das criaturas: Maria Santíssima. Receptáculo de todas as graças e eleita pelo Pai, sobre Ela pousou o Espírito Santo para gerar em seu claustro virginal o Esperado das nações, Nosso Senhor Jesus Cristo. Contudo, ao receber o entusiástico elogio de Santa Isabel, proclamou Ela sua pequenez e restituiu ao Altíssimo o inapreciável dom recebido: “A minha alma engrandece o Senhor, e exulta meu espírito em Deus meu salvador, pois Ele olhou para o nada de sua serva e desde agora as gerações me proclamarão bem-aventurada” (Lc 1, 46-48).


Se atribuirmos a nós mesmos a glória de eventuais êxitos, jamais gozaremos da felicidade do Reino Celeste. Seguindo, porém, os passos da despretensiosa Soberana da Restituição, alcançaremos as alegrias próprias àqueles que, por terem reconhecido o seu nada, são proclamados bem-aventurados e cantam eternamente nos Céus a glória de Deus.

Eis uma das mais belas lições transmitidas pela magnífica Catedral de Reims. Paulo Eduardo Roque Cardoso
.
(1) ALIGHIERI, Dante. Divina Comédia. Inferno, Canto XI, v.105.
(2) LEÃO XIII. Immortale Dei, n.28.
(Publicado originalmente na revista Arautos do Evangelho, nº 135, de março de 2013, p. 50-51.Para acessar o exemplar do corrente mês clique aqui )
Ilustrações: Arautos do Evangelho, Gaudium Press.

19 de fev. de 2016

Exposição de réplicas de elementos do Santo Sudário.

Exposição “Quem é o homem do Sudário?” no Shopping Parangaba

No dia 13 de janeiro de 2016 chega ao Shopping Parangaba a exposição “Quem é o Homem do Sudário?
Pela primeira vez em Fortaleza, a exposição internacional traz com exclusividade ao Shopping Parangaba a reconstituição da trajetória do Sudário de Turim, o pano que supostamente teria envolvido Jesus Cristo, por meio de réplicas de elementos datados da Antiguidade. Para ter acesso à exposição, basta levar um quilo de alimento não perecível.
Dividida em cinco fases, a mostra contém réplicas dos pregos, flagelos, da coroa de espinhos e das moedas colocadas sobre os olhos do Homem do Sudário. Além destes elementos, mais de 30 painéis que incluem estudos sobre o lençol sepulcral, o percurso histórico, a tumba com a escultura de bronze em tamanho real e o holograma em 3D feito pelo cientista holandês Petrus Soons compõem a exposição.

Com revelações estudadas desde o século XVI por arqueólogos, paleontólogos, médicos forenses e outros cientistas, a exposição “Quem é o Homem do Sudário” traz ainda uma réplica do lençol produzido em Turim, catedral da Itália que abriga permanentemente o objeto original. Para comprovar a autenticidade do tecido que envolveu o Homem do Sudário, painéis, vídeos e infográficos apresentam para o público as pesquisas cientificas realizadas sobre o caso, assim como o estudo do botânico israelense Aminoan Danim sobre as imagens florais presentes no lençol.
A exposição é GRATUITA e o visitante poderá doar 1kg de alimento não perecível. Os alimentos serão doados a instituições de caridade.
A exposição ficará do dia 13/01 a 28/02/16 localizada no piso L2, próximo à loja Magazine Luiza. Venha visitar!

fonte: http://shoppingparangaba.com.br/acontece/exposicao-quem-e-o-homem-do-sudario-no-shopping-parangaba/

25 de jan. de 2016

Curso de Férias!

Aproveitando o período de férias escolares, jovens provenientes de todo o Brasil e do exterior reuniram-se em Caieiras (SP), entre os dias 18 e 22 de janeiro, para um curso de formação. Através de palestras e encenações teatrais, o curso foi dividido em quatro temas: "Como aproveitar bem o tempo", "Confissão", "Amizades", "Eucaristia".
Todas as manhãs, o Curso de Férias iniciava com a Santa Missa.
Após a Santa Missa, todos se dirigiam ao auditório.
Auditório
 
Primeiro tema: "Como aproveitar bem o tempo".
Encenação teatral introduz o tema do dia e apresenta como o tempo não para!
Encenação teatral apresenta a história de um comandante do Ancien Régime, que confiava mais nas próprias forças do que em Deus.
Encenação teatral apresenta sobre o grave risco da negligência e a importância da constante vigilância.




Encenação teatral introduz o tema do dia, ao apresentar sobre os dons e frutos do Espírito Santo, obtidos com o sacramento da penitência.
Encenação teatral apresenta sobre a importância do conselho durante a confissão.
Encenação teatral oriental apresenta sobre a honra do estado de graça que devemos conservar, custe o que custar.
Pistas enigmáticas são retiradas do baú do tesouro (ao centro), a fim dos jovens decifrarem o tema do dia.
Encenação teatral apresenta sobre a "amizade" interesseira.
Encenação teatral apresenta a magnífica cena bíblica da amizade de Jonatas, filho de Saul, com Davi.

1 Samuel 18:

1 "Depois dessa conversa de Davi com Saul, surgiu tão grande amizade entre Jônatas e Davi que Jônatas tornou-se o seu melhor amigo."






Encenação teatral apresenta sobre as boas e más amizades e o respeito humano de ser bom.
Encenação teatral introduz o tema do dia ao apresentar cena de um concurso de pinturas de artistas famosos na Itália; as pinturas procuram expressar a grandeza e o poder de Deus. O quadro vencedor é o que representa a Santa Missa.

Encenação teatral apresenta a fé que devemos ter na Eucaristia.
Encenação teatral apresenta sobre a importância da devoção eucarística, especialmente nos últimos instantes da vida. A cena é de soldados da Primeira Guerra Mundial, que, a pedido do comandante, que está mal a morte, dá-lhes a comunhão.
Encenação teatral apresenta cenas orientais da Índia, nos tempos das primeiras missões portuguesas.